Transição energética: força feminina 

O setor de energia vive uma transformação histórica. Mais do que a substituição de fontes fósseis por renováveis, a transição energética exige também uma profunda reestruturação do capital humano responsável por conduzir esse novo cenário. Nesse contexto, ampliar a presença feminina no setor não é apenas uma questão de equidade, mas também um fator estratégico para a construção de um sistema energético mais diverso, inovador e resiliente. 

No cenário global, as mulheres representam cerca de 32% dos empregos em tempo integral no setor de energias renováveis, segundo a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA). No Brasil, o desafio ainda é significativo: dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) indicam que apenas cerca de 20% da força de trabalho do setor elétrico é composta por mulheres, enquanto a presença feminina em cargos de alta liderança chega a apenas 5,55%. 

Na EDF power solutions Brasil, o fomento da presença feminina  já  se reflete em números concretos. Atualmente, 33% da força de trabalho da empresa é composta por mulheres, percentual superior à média do setor elétrico nacional. Nos cargos de gestão, elas representam 30,7% dos profissionais, e no Comitê Executivo, ocupam 5 das 8 cadeiras.  

Esses números refletem uma cultura organizacional de escuta ativa e espaço colaborativo. A companhia também promove iniciativas como o programa Mulheres na Energia, que incentiva o diálogo sobre os desafios enfrentados pelas mulheres no mercado energético e busca construir caminhos concretos para ampliar equidade no setor.

Neste Mês da Mulher, mais do que celebrar conquistas, o momento é de reforçar o compromisso com um setor de energia cada vez mais diverso, inclusivo e preparado para os desafios da transição energética. 

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